Sindicato dos Bancários de Bragança Paulista e Região    |    30 anos    |    1986 - 2020     |
                 

Notícias - Igualdade de oportunidades


17/11/2018
Consciência Negra: os desafios contra o retrocesso

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14/11/2018
CUT debate acesso ao mercado de trabalho para a população LGBT

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06/08/2018
Pela promoção da igualdade de oportunidades na sociedade e nos bancos

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27/03/2018
Encontro discute o feminicídio e a diferença salarial entre homens e mulheres
O direito das mulheres, a sua representatividade na política, a violência, o machismo no ambiente de trabalho, o feminicídio e a diferença salarial entre homens e mulheres. Esses e outros assuntos foram abordados durante a palestra “A Luta das Mulheres em Defesa da Democracia e dos Direitos”, ministrada por Juneia Martins Batista, secretária nacional de Mulheres da CUT, e por Elaine Cutis Gonçalves, secretária da Mulher da Contraf, na quinta-feira, dia 22, na sede do Sindicato dos Bancários de Guarulhos e Região.
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08/03/2018
Como o machismo violenta a vida das mulheres

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07/03/2018
Caged aponta diferenciação da mulher no setor bancário
Nos primeiros dias de março, mês da mulher, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgado pelo Ministério do Trabalho, nesta sexta-feira (2), mostra a diferenciação de gênero feita pelos bancos no Brasil. As 1.283 mulheres admitidas nos bancos em janeiro de 2018 receberam, em média, R$ 3.116,41. Esse valor corresponde a 71,8% da remuneração média auferida pelos 1.316 homens contratados no período. Constata-se a diferença de remuneração entre homens e mulheres também nos desligamentos. As 991 mulheres desligadas dos bancos recebiam, em média, R$ 5.649,80, o que representou 76,3% da remuneração média dos 956 homens desligados dos bancos no período.
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22/11/2017
Mulheres negras acumulam piores indicadores sociais no Brasil
As mulheres negras acumulam os piores indicadores sociais no Brasil. Os números apontam que elas são as mais pobres, as que têm menos oportunidades, que ganham menos e vivem em uma situação de, praticamente, nenhuma mobilidade social. "As dificuldades de gênero são maiores, mas a mulher negra, em uma pirâmide social, está na base, então a dificuldade de ascender é maior", afirma a ativista e museóloga Rafaela Caroline.
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